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quinta-feira, 28 de agosto de 2008 Post By: Cibele Arabise

Decisão

Aérea, etérica
Enevoada flor mística
Transmites parcimônia.
Nos devaneios atuais,
Dos instantes deste mundo,
Não vejo mais em ti
Tranquilidade monastérica.
As torpes falanges enganosas
Sussurram maledicências
E disseram-me com sarcasmo
"ela é do mal".
Há quem viu por frestas
Atos de vilipêndio de ti.
Defenda-se enquanto há tempo
Os carrascos do julgamento
Aproximam-se com rapidez
Seus passos já ouvidos de longe.
Se não houver defesa, fuja
Porque a justiça agirá.

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sábado, 16 de agosto de 2008 Post By: Cibele Arabise

De repente

Brisas leves
Carregam meu ar
Expirado ao horizonte,
Inflamado pelo sol poente,
De céu avermelhado
De onde nuvens fugazes
Transpassam o astro rei.
Do lado oposto ao horizonte,
Meu sorriso maroto
Esconde minha alma
Aflitivamente carregada
Pela dor que comprime
Sem piedade meu coração.
Porque para mim basta
Esperar-te por tanto tempo.
Quase pela eternidade.
Socorra-me nestas areias
Antes que as ondas carreguem
Meu franzino e feminino corpo.

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