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domingo, 15 de fevereiro de 2009 Post By: Cibele Arabise

LUTA SEM FIM

LUTA SEM FIM
Estou melancólica
E uma dor profunda
No coração ainda solitário
Insiste em me abater.
Talvez nostálgica não seja o termo

Adequado e propício de enfrentar
O passado do tempo
Mas o que há de real é um presente
Sempre presente diante de olhos,
Desejosos de entristecer,
Mas invioláveis a depressão.
Tenacidade e determinação
Muitas vezes faltam
No pequeno espaço
Destinado a minha vida.
Arranco torrões de terra
Na luta diária do meu ser
Para compreender
A incompreensível vertente
Da face social humana.
Meu olhar perdido na multidão
Desinteressa a mim mesma.
A objetividade se desfaz
Em fumaça como na nuvem
Lá no céu sem nome.
Minhas forças revigoram-se
A cada dia no amanhecer
Para a luta permanente
Continuar do presente entre nós
Ao futuro sem muitos de nós.

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